Chegando um novo bebê…

A chegada de um novo membro na família sempre vai causar muitas mudanças, em casa acredito que a mais atingida será a Bruna, mas já estamos trabalhando para que tudo aconteça da melhor forma possível.

Vamos ver algumas dicas que achei na net.

– Faça todas as grandes mudanças que você planeja fazer na vida de seu primogênito no começo da gravidez, se não tiver tido oportunidade de realizá-las antes de engravidar: matriculá-la na escola – para que tenha um refúgio fora de casa quando o bebê chegar, e não sinta que está sendo expulsa de casa.

– Ensine-o a usar o banheiro ou desmame-o da mamadeira agora, e não logo após o nascimento do bebê. (Já iniciamos o desfralde e a Bruna fica bem sem a mamadeira).

– Acostume seu filho a passar um pouco menos de tempo sozinho com você – se você nunca o deixou com uma babá e vai precisar fazê-lo depois que o bebê chegar, comece a deixá-lo com a babá por curtos período durante o dia. (Bem a Bruna já fica o dia todo com a Babá e se dá super bem com ela).

– Se o papai até agora não esteve muito envolvido nos cuidados coma criança, comece a trazê-lo para as rotinas de alimentação, banho e hora de dormir, para que ele possa substituí-la habilidosamente quando você estiver no hospital ou ocupada com o novo bebê. (Bem nesse caso não temos problemas, o Júnior sempre foi super participativo nos cuidados com a Bruna, desde bebê, meu braço direito. E acredito que não será diferente com o Guilherme. Para o período que estarei no hospital estou contando com uma super equipe… Tia Marilda, Tia Flávia, Lilian, Jéssica, Arthur, Diego, Rafael… todos para ocuparem ao máximo o tempo da Bruna e não deixá-la sentir falta da mamãe…)

– Dê início a atividades regulares de diversão entre o pai e o filho (café-da-manhã fora de casa no domingo, sábado à tarde no parquinho, uma história lida depois do jantar), rituais que podem continuar sendo desfrutados por bastante tempo depois que o bebê nascer. (isso já faz parte da nossa rotina)

– Seja sincera e clara acerca das mudanças físicas pelas quais está passando. Explique que você está cansada ou nervosa porque “fazer um bebê é difícil”, e não por estar doente ou cansada dele. Não use a gravidez como desculpa para não pegá-lo no colo. Se você precisar passar mais tempo deitada (a pedido médico) sugira que ele deite ao seu lado e tire uma soneca, ouça uma historinha veja TV com você. (Em casa já temos a rotina de ver DVDs todos juntos e curtir muito a nossa cama… Quanto ao pegar a Bruna no colo, estamos conseguindo conciliar bem a situação, apesar que tem momentos em que eu pego mesmo, abraço e faço carinho, afinal, que mãe consegue deixar de abraçar seus filhos… um detalhe que tenho praticado mais é o dizer “EU TE AMO” e trocar beijocas… Ai momentos ficam mais gostosos quando de repente eu e o Juninho ganhamos um carinho espontâneo.)

– Apresente seu filho ao bebê enquanto ele ainda estiver no útero. Mostre-lhe ilustrações próprias a sua idade, do desenvolvimento fetal mês a mês, explique-lhe que, a medida que for crescendo a barriga também crescerá, e que quando for suficientemente grande já estará prontinho para sair. Encoraje-o a sentir com as mãozinhas , o movimento do bebê, mas não o obrigue a isso, se não quiser. (Opá participação total da Bruna, até no ultrassom já levamos a pequena… e ela é quem passa creme na barriga da mamãe)

– Para que seu filho não se sinta um mero figurante no drama da gravidez, leve-o a uma ou duas consulta pré-natais e em especial ao ultrassom. Mas não esqueça de levar ao consultório um lanche, livro ou brinquedo predileto, para o caso de haver uma longa espera. (Já estamos praticando…)

– Envolva seu filho em quaisquer preparativos pelas quais ele parecer interessado: a escolha dos móveis, roupas e brinquedos – deixe-o até escolher sozinha uma ou duas coisas baratinhas mesmo que lhe pareçam estranhas. Deixe-o abrir os presentes que cheguem antes do bebê nascer. (Hoje mesmo teremos um momento Bruna e Guilherme me casa… ganhei lindas roupinhas da tia mais coruja desse mundo, a Tia Érika e a hora que eu chegar em casa, vou mostrá-las todas para a Bruna e já começar a arrumar a cômoda do Guilherme. Acreito que essa será a cômoda mais fuçada em casa…)

– Familiarize seu filho com os bebê em geral. Mostre-lhe fotos dele quando bebê, diga-lhe como era (não se esqueça de incluir algumas histórias que mostrem o quanto cresceu desde então). Se possível, leve-a a uma maternidade para olhar os recém-nascidos (ela descobrirá que não nascem tão “bonitinhos” quanto os bebê mais velhos). Explique que os bebês não fazem quase anda além de chorar, dormir e mamar, e que por algum tempo não conseguem ser bons companheiros de brincadeiras. (Gente o Blog ajuda demais, muitas vezes sento com a Bruna na frente do computador e vou mostrando a mamãe grávida, ele no hospital e quando chegou em casa… é uma festa.)

– Evite dizer coisas como: “Não se preocupe, nós vamos continuar a gostar de você, mesmo com a chegada do novo bebê” – por mais bem intencionadas que seja, tais afirmações podem causar preocupações em seu filho, pode sentir-se incapaz de competir com o bebê. (Nossa de forma alguma dizer isso, acho que temos que demostrar nosso amor e deixar tudo acontecer da forma mais natural possível, até por que a Bruna ainda é pequena. Acredito que vai se acostumar muito mais fácil)

– Se você pretende dar o berço dele ao bebê, faça vários meses antes da data prevista para o nascimento. Se o mais velho ainda não tiver condições de dormir em uma cama, compre uma caminha provisória, aquela com grades nas laterais. Ajude-o com a decoração do quarto, e enfatize que está mudando de cama ou quarto porque está crescendo e não porque o bebê está a caminho. (Aqui está um problema sério que estamos vivendo em casa… a Bruna tem o quarto dela prontinho, a cama dela linda… mas não deixa de dormir no berço e acho que vai ser complicado tirá-la do berço para que o Guilherme ocupe o espaço… vou acabar comprando outro berço  e colocando os dois em outro quarto. Estamos trabalhando nisso. Mas não vou forçar a barra com a Bruna não, percebemos o quanto ela gosta do seu espaço.)

– Apresente ao seu filho os nomes que você está pensando em dar ao bebê, envolvendo-o nesse processo de escolha. Lembrando, é claro, que a escolha final é sua. (Ah em casa o Gui já é assunto diário)

– À medida que a data de parto estiver se aproximando (e só agora) prepare seu filho para o fato de você precisar passar algum tempo no hospital quando o bebê chegar. Faça-o ajudá-la a arrumar as malas e estimule-o a incluir alguma coisa dele para que você leve consigo. Certifique-se que a pessoa que ficará com ele está completamente familiarizada com sua rotina. (Eu não tenho certeza, mas acho que a Bruna poderá nos visitar no Hospital. Quanto ao período que lá estivermos, a presença do papai em casa será fundamental e a ajuda de familiares essencial.)

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